Este é um espaço de socialização destinado à reflexão, discussão e divulgação dos trabalhos realizados por pedagogos e psicólogos que atuam nas escolas de Santa Maria.
Foi uma semana intensa de onde ouvimos, discutimos e refletimos sobre temas diretamente assoaciados à nossa prática. O Antonio gostou tanto que até resolveu ir trabalhar no Guará. Tchau amigo. Desejamos a você muito sucesso na sua nova jornada!
Calouro foi diagnosticado como autista aos três anos de idade. Superou desafios e hoje cursa Geografia na UNB
"...Henrique não falava uma palavra sequer até os seis anos e por muito tempo a família achava que o seu futuro estava comprometido. A mãe percebeu a doença quando ele completou um ano e parecia deprimido. Com três, veio o diagnóstico de autismo, o que deixou os pais “apavorados”. “Tivemos medo do futuro, de ver nosso filho sofrer, de que ele não tivesse condições de ser independente. E tudo isso causou uma grande instabilidade em nossas vidas”, diz Reginalda..." "...O menino que não falava começou a escrever e entrou para a primeira série com 10 anos..."
No dia 29/07/2011 na Vila das Crianças aconteceu o Encontro articulado dos Serviços de Apoio aos Estudantes composto pelos Orientadores Educacionais, Sala de Eecursos, Itinerância e Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem.
O objetivo do encontro foi proporcionar a esses profissionais um momento de acolhida, de reflexão e principalmente de mostrar a necessidade de um trabalho articulado entre eles. Foi um momento de descontração e de discussão.
Queremos agradecer aos profissionais que estiveram presentes, a professora Marli da Oficina pedagógica, a direção da DRE pela participação no encontro e pela colaboração na execução do mesmo e aos profissionais do Núcleo Pedagógico que nos apoiaram.
Aos nossos colegas do Serviço de Apoio esperamos que o encontro tenha contribuido para que essa articulação aconteça de fato para atender a necessidade de nossos estudantes e que tenha ficado um gostinho de quero mais para os próximos que virão ....
A lei 11.769 sancionada em 18 de agosto de 2008 determina que a música deve ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. O prazo para que as escolas se adaptem para a implementação da lei termina agora, em agosto de 2011.
As Instituições de Ensino têm encontrado dificuldades para se adaptar à nova lei sobretudo pela falta de formação dos profissionais e de recurssos para a compra de instrumentos musicais adequados. No entanto, o ensino de música proposto não é como o de antigamente quando se aprendia notas musicais e canto orfeônico. A lei não especifica conteúdos, desta forma a escola terá autonomia para decidir o que e como irá trabalhar educação musical a partir de iniciativas descritas em seu Projeto Político Pedagógico.
O MEC recomenda que além das noções básicas de música os alunos aprendam cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos. "O mais importante seria trabalhar a coordenação motora, o senso rítmico e melódico, o pulso interno, a voz, o movimento corporal, a percepção, e a notação musical sob bases sensibilizadoras, além de um repertório que atinja o universo erudito, folclórico e popular" diz Sônia Abano diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical (ABEM).
Diversas pesquisas ressaltam a relevância da música para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, psicomotoras e emocionais da criança, além de ser uma ferramenta poderosa na elevação da auto-estima, na socialização dos estudantes e no combate à agressividade.
Tatiana Barros - Pedagoga
Diante dessas reflexões foi sugerido no encontro das EEAA de Santa Maria, realizado no CEI 210, uma maneira simples e prazerosa de se trabalhar com a música.
O que precisa?
Folha de papel, canetas hidrocor e uma música que você queira aprender
Como se faz?
Primeiro ouvimos a música, depois desenhamos as imagens para ajudar a decorar a letra. Em seguida, com os desenhos prontos, cantamos a música seguindo o que foi desenhado
Esses foram dois desenhos realizados durante o encontro das Equipes. A música ilustrada foi "Já Sabe" de Sandra Peres e Paulo Tatit
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Em outros momentos você pode exercitar a atenção e concentração dos estudantes pendindo que tentem identificar quais instrumentos estão sendo usados na canção e tentar reproduzí-los utilizando utensílios de cozinha ou sucata para a construção dos instrumentos. Para a batidinha constante que se repete desde o início da música utiliza-se um prato e um garfo. O chocalho pode ser feito com latinhas de alumínio com arroz dentro e pode-se fazer também um tambor com lata de neston vazia e bexiga de balão esticada. Depois é só juntar a turminha para tocar a música.
OBS: Dá também para compor com a sala letras diferentes da música "Já Sabe" onde a turma conte como foram as etapas do seu desenvolvimento.